quinta-feira, 4 de outubro de 2012


Linhas de Orientação genéricas para minimizar a crise
Carta Aberta ao Sr. 1º Ministro

 

1.       Os sacrifícios de austeridade devem ser assumidos por todos -funcionários públicos, privados, gestores, políticos, reformados, etc. - sem exceções  - e proporcionalmente ao rendimento do trabalho de cada um.

a.       A única exceção é que devem ficar de fora todos os rendimentos inferiores a 1.000 euros

2.       Os cortes nas chamadas “gorduras do estado” devem ser assumidas como uma prioridade e generalizados, doa a quem doer. Sei que todos têm telhados de vidro. O governo não pode querer arranjar exceções para proteger, como está a fazer, os “boys” do PS, do PSD, do CDS e até dos chamados partidos de esquerda – Bloco e PCP.

3.       Criação de instrumentos tarifários de política comercial: Proteção das empresas nacionais, controlo da Balança Comercial, redução de desemprego, receita fiscais:

a.       Subsidio à exportação

b.      Imposto ou/e contingências às importações

c.       Apoio as empresas nacionais associadas ao comércio de bens transacionáveis.

4.       Os cortes nos apoios às fundações, com raras exceções, devem ser assumidos como uma prioridade.

5.       As empresas municipais devem ser integradas nas autarquias e assumidas pelo quadro de pessoal das autarquias. Na grande maioria tratam-se de empresas que foram criadas por interesses particulares desviando funções e pessoal das autarquias.

6.       Idêntico comportamento deve ser assumido para a proliferação de institutos que apenas servem para duplicar funções e, tal como as empresas municipais, gerar cargos para satisfazer interesses partidários.

7.       Aproveite esta “crise” para remodelar o  governo:

a.       Reformular o mega ministério da Economia

b.      Reformular o mega ministério da agricultura

c.       Substituir o ministro Miguel Relvas

8.       Não penalize mais os rendimentos do trabalho

Se assumir esta simples receita, estou certo que ganhará, de novo, a credibilidade  e confiança que o povo em si depositou.
E mais não digo.

20 Out 2012

 

 

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