Linhas de Orientação genéricas para minimizar a crise
Carta Aberta ao Sr. 1º Ministro
1. Os
sacrifícios de austeridade devem ser assumidos por todos -funcionários
públicos, privados, gestores, políticos, reformados, etc. - sem exceções
- e proporcionalmente ao rendimento do
trabalho de cada um.
a.
A única exceção é que devem ficar de fora todos
os rendimentos inferiores a 1.000 euros
2. Os
cortes nas chamadas “gorduras do estado” devem ser assumidas como uma
prioridade e generalizados, doa a quem doer. Sei que todos têm telhados de
vidro. O governo não pode querer arranjar exceções para proteger, como está
a fazer, os “boys” do PS, do PSD, do CDS e até dos chamados partidos de
esquerda – Bloco e PCP.
3. Criação
de instrumentos tarifários de política comercial: Proteção das empresas
nacionais, controlo da Balança Comercial, redução de desemprego, receita fiscais:
a.
Subsidio à exportação
b.
Imposto ou/e contingências às importações
c.
Apoio as empresas nacionais associadas ao comércio
de bens transacionáveis.
4. Os
cortes nos apoios às fundações, com raras exceções, devem ser assumidos como uma
prioridade.
5. As
empresas municipais devem ser integradas nas autarquias e assumidas pelo quadro
de pessoal das autarquias. Na grande maioria tratam-se de empresas que foram
criadas por interesses particulares desviando funções e pessoal das autarquias.
6. Idêntico
comportamento deve ser assumido para a proliferação de institutos que apenas
servem para duplicar funções e, tal como as empresas municipais, gerar cargos
para satisfazer interesses partidários.
7. Aproveite
esta “crise” para remodelar o governo:
a.
Reformular o mega ministério da Economia
b.
Reformular o mega ministério da agricultura
c.
Substituir o ministro Miguel Relvas
8. Não
penalize mais os rendimentos do trabalho
Se
assumir esta simples receita, estou certo que ganhará, de novo, a
credibilidade e confiança que o povo em
si depositou.
E
mais não digo.
20 Out 2012
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