segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Boas Festas ao Grupo Coral Arco da Calheta


De: Carlos Moniz [mailto:camoniz1@sapo.pt]
Enviada: segunda-feira, 17 de Dezembro de 2012 19:03
Para: 'Grupo Coral Arco da Calheta'
Assunto: Boas Festas - Grupo Coral do Arco da Calheta

 

Caros Amigos

Agradeço o desejo de Feliz Natal.

Aproveito a oportunidade para retribuir,  desejando a todos os amigos  que integram o “nosso”  Grupo Coral do Arco da Calheta, extensivo às suas famílias,  um Santo Natal e um Ano Novo com muita saúde, Paz e Amor.

Para os maestros Maria dos Anjos e Vitor Costa aquele abraço e, Boas Festas, como se diz na nossa terra!

Esperamos que o Ano Novo que se avizinha, a passos largos, nos traga melhores noticias fundamentalmente no campo do apoio à cultura. Não queremos permanecer como  o “parente pobre” que tentam ignorar. O povo precisa de arte, precisa de ter acesso à cultura. Os grupos Corais são a expressão da cultura de um povo. Um povo sem cultura é um povo sem alma ( a frase não é minha). Precisamos de continuar a ter condições para “cantar”.  Sinto uma enorme  tristeza, uma terrível frustração ver morrer, lentamente, o trabalho de tantos anos em pro da Musica Coral.

Desculpem o desabafo mas preciso de partilhar este sentimento: É bom que todos interiorizem o que se está a passar com o apoio (ou melhor, desapoio) à “cultura” neste país.

Mas, tal como diz o provérbio,  “quem canta seus males espanta”. Pois bem, estamos em plena quadra natalícia e  precisamos de continuar a cantar, ficar alegres e espantar as tristezas…

Boas Festas

Carlos Moniz
Évora, Natal 2012

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012


Colaboradores do Ex Banco Português do Atlântico de Évora

Reunidos em almoço de Natal

 
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antendo uma tradição de há alguns anos, os colaboradores do ex Banco Português do Atlântico de Évora, juntamente com as suas famílias, reuniram-se para o seu Jantar de Natal, no passado dia 9 de Dezembro,  no Restaurante Ricardo em Valverde, nos arredores de Évora.

 Numa organização do Peixe e Moleiro, juntaram-se, desta vez, 26 amigos que não quiseram faltar a este encontro. O primeiro Diretor Regional do Alentejo, Sr. Aníbal Santos, não perdeu a oportunidade de reviver os seus antigos colegas e, também, marcou a sua presença.

Depois dos reencontros e cumprimentos habituais, do avivar de algumas recordações mais apagadas pelos cabelos brancos de alguns e, infelizmente, pela debilidade física de outros, lá partimos para o “repasto” cheio de surpresas.
Numa ementa recheada de boas iguarias, acompanhada pelo belo vinho de colheita particular do restaurante, foi servido um delicioso almoço onde, como não podia deixar de ser, não faltou o borrego assado que, para aqueles que o comeram, disseram estar divinal. O convívio prolongou-se pela tarde dentro. Revivendo velhos tempos, o Couto cantou as suas modas alentejanas e alguns fados. O tempo correu depressa e, à saída, o sol já se ponha e bem baixo.

Até para o ano.
Carlos Moniz

(Publicado no Diário do Sul de 14.12.2012)

sábado, 24 de novembro de 2012

 

O QUE ME VAI NA ALMA - CARLOS MONIZ

 
 
Publicado no Blogue da C. Cac. 2700 - Dulombi Guine
Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012
 
 
 
Caros Amigos
Não sou um visitante assíduo do Blogue C. Caç. 2700 – Dulombi 1970/72. Reconheço.
No entanto, das poucas vezes que o consulto, tenho sido confrontado com um manancial de informação que, sinceramente, já não fazia parte do meu imaginário.
A minha passagem pela Guiné foi um acidente de percurso. Desta evidência mais me convenço cada vez que consulto o blogue. Que me perdoem todos os aqueles com quem partilhei essa jornada africana.
O Blogue, hoje, estimula, a minha memória relativamente a pessoas e acontecimentos que, sinceramente, se tinham varrido do meu pensamento.
O conflito de motivações revolucionárias / ideológicas que vivemos na Guiné, não teve, nem nunca teria, fim pela força das armas, deixando-nos uma sensação de frustração e ineficácia do nosso envolvimento. A história confirma que as chamadas guerras subversivas ou de baixa intensidade, raramente tiveram êxito.
A guerra ter-se-ia arrastado não fosse o “soft power” da diplomacia, no caso concreto a revolução dos cravos do 25 de Abril, que pôs fim, de forma legal, pacífica e democrática, a uma guerra de 13 anos que muitas vidas ceifou e muitos traumas causou.
Todo este desabafo resulta, como disse inicialmente, da leitura e do conhecimento da história de vida de muitos que comigo partilharam aquele espaço de vida. Reconheço que muitos dos relatos do blogue, são para mim, por vezes, notícias em primeira mão.
Caros Fernando Barata e Ricardo Lemos os meus parabéns pelo vosso trabalho e empenho na pesquisa de informação e acontecimentos que muito recordatório me têm feito viver no tempo.
Seria injusto ignorar aqueles que muito têm trabalhado para que os “Encontros anuais” sejam, cada vez mais, uma realidade viva da nossa histórica passagem por terras da Guiné. Caro amigo Timóteo não ignoro o teu empenho nesta realidade.
Um abraço para todos os “Dulombianos”
Carlos Moniz
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domingo, 18 de novembro de 2012

 
Assim vai o Golfe em Évora
(Publicado no Diario do Sul de 17/10/2012) 
V Torneio 2012 - Eb Golf Academy Club
 
O Eb Golf Academy Club, na continuação das suas atividades, realizou, no passado dia 13 de Outubro, o seu V Torneio Ordem de Mérito, desta vez disputado no Campo de Santo Estevão.
Trata-se de um campo localizado na zona de Benavente, integrado num complexo imobiliário de grande qualidade, dispondo de 18 buracos num percurso de cerca de 6.300 metros. Está inserido num ambiente de enquadramento natural e envolto numa genuína natureza, onde não faltam os sobreiros a ladear os seus fairways. O terreno de boa ondulação, proporciona uma caminhada agradável onde a bela paisagem circundante inspira ao desempenho de boas tacadas. Não esquecer a colocação estratégica de alguns bunkers que, em alguns casos, constituem adversidade logo no 1º shot. O campo de Santo Estevão foi desenhado pelo arquiteto Donald Steel. 
Num magnífico dia para a prática do golfe compareceram à chamada para uma agradável manhã de golfe 24 jogadores, representando 8 clubes.  
O torneio foi disputado em 18 buracos, individual, na modalidade Stableford Net, full handicap. As saídas das 8 formações de 3 jogadores, foram efetuadas, dos buracos 1 a 8, às 9 horas, na modalidade shotgun.  
Como habitualmente, o torneio terminou com o almoço no restaurante do Club House, seguido da entrega dos prémios aos vencedores e sorteio da habitual tômbola com prémios oferecidos patrocinadores habituais Évora Hotel, every.body health & fitness, Sogrape, Vinhos - Herdade do Peso, Bairro Alto Hotel, e NL Chiado.
A classificação para os Prémios ficou assim ordenada:
Gross: 1º Pablo Carretero, Eb Golf Academy, com 37 pontos, 2º João Agostinho Carlos do Banco de Portugal com 25 pontos e, em 3º lugar, também com 25 pontos, João Carlos Silva do Paço do Lumiar.
NET: 1º Vitor Saruga do Eb Golf Academy com 42 pontos, Norberto Esperança de Vila Nova Santo Estevão com 41 pontos e, em 3º lugar, Antonio Ramalho do Eb Golf Academy com 39 pontos.
Senhoras: 1º Net, Arlina Moreno do Vila Nova Santo Estevão com 28 pontos
Prémios Especiais: Longest Drive para João Agostinho Castro do Banco de Portugal e o Nearest The Pin para Pablo Carretero do Eb Golf Academy.
O próximo torneio do Eb Golf Academy irá realizar-se a 24 de Novembro no campo do Ribagolfe I.
Carlos Moniz
 
 
 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012


Divida da CME à empresa “Aguas do Centro Alentejo”

 Tenho acompanhado com alguma expetativa e curiosidade esta questão do empréstimo a contrair pela CME ao abrigo do PAEL no montante de 32 Milhões de Euros.

Perplexo fico,  quando é dito que  50 % do empréstimo é para pagar uma divida de 16 Milhões de Euros à empresa  “Aguas do Centro Alentejo” onde a CME tem 26, 84% do capital (relatório de 2010).

De acordo com o relatório de 2010 (ultimo disponível no site da empresa), a divida da CME era de 7.7 Milhões de euros dos quais 6.6 Milhões de Euros eram considerados vencidos.  Este valor representava 72.6 % das dividas de clientes –CMA, CMB, CMR e CMRM.

É curioso registar, que no site da empresa,  se informa que à data de 30 de Setembro de 2012 as dividas de clientes e acionista é de 26 Milhões de Euros dos quais cerca de 61 % tem prazo superior a 1 ano.

Neste mesmo relatório,  é referida a existência de uma ação no Tribunal de Évora relativa à conversão em ação  ordinária da injunção intentada em Nov. 2010 para cobrança de  5,6 Milhões de Euros.

Em noticia publicado, há poucos dias,  no Diário do Sul, o Sr. Presidente da Camara Municipal de Évora dizia ter sido enganado neste processo da gestão da agua.

Na minha qualidade de eborense, consumidor e pagador de agua e, penso que a grande maioria dos residente nesta cidade, gostariam de perceber, com pormenor, os contornos desta operação que se relaciona com a  “Aguas do Centro Alentejo”: criação da empresa, relação dos custos pagos à empresa e cobrados aos munícipes e o porque desta acumulação de divida se todos os eborenses pagam atempadamente as suas contas de consumo de agua.

Resta-me colocar  algumas questões que gostaria de ver respondidas:


1.   Era simpático que o PSD explicasse porque motivos votou, desta vez, a favor da operação PAEL quando numa 1ª votação tinha recusado.

2.   Toda a população gostaria de saber como se acumulou esta divida. Para onde vão as cobranças dos consumos de agua.

3.   De uma vez por todas, o Sr. Presidente da Camara e os restantes partidos na CME, deveriam explicar aos munícipes, os contornos deste negocio da empresa "Aguas do Centro Alentejo". Não chega o Sr. Presidente dizer  que "foi enganado no negocio".

4.   Chega de politiquice baixa. Não subestimem a inteligência dos eborenses. Senhores do PS, PSD e PCP expliquem aos munícipes, com clareza e isentos de carga ideológica  porque chegamos  a este ponto na empresa  "Aguas do Centro Alentejo".

Será que alguém tem telhados de vidro neste processo ?

 O Mexilhão
(Publicado Blogue Mais Evora 23/10/2012)

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Comentadores Políticos
 
José António Saraiva escreveu  na sua crónica, no semanário Sol de ontem,  que nos anos 80 havia meia dúzia de comentadores políticos na televisão, radio e jornais.
Esta informação levou-se a reflectir o seguinte. De então para hoje, o numero de comentadores, dos mais destacados aos mais desconhecidos,  sofreu uma autentica revolução ou seja um crescimento colossal. Todos têm opinião sobre tudo e sobre nada. Falam de tudo como autênticos especialistas. 
Quer na informação escrita quer na falada,  são permanentes os analistas que comentam tudo o que "mexe". As televisões estão cheias de analistas que se gostam muito de ouvir e que, no campo da pura demagogia,  fazem os seus raciocínios políticos, sempre numa óptica ideológica e de uma grande ligeireza e nunca tendo em atenção os reais interesses do pais. Aliás, é neste contexto que as próprias televisões convidam os comentadores em função do que  querem transmitir aos seus telespectadores.  
Embora reservado, também acabo por ouvir, as opiniões de alguns comentadores. Todos teem opinião sobre o que esta mal e poucos ou nenhuns apresentam soluções para os problemas.
Quer dos políticos quer dos comentadores , muitos deles a quem apelido de autênticos "Velhos do Restelo", apenas se ouve criticar tudo e todos e que nos campos das soluções, somente dizerem que há "alternativas".
Pois bem. Ramalho Eanes numa entrevista a RTP1, hoje,  recomendou que o governo deveria  criar um grupo de trabalho que integrasse alguns dos muitos analistas, alguns deles que já tiveram lugares de responsabilidade na politica nacional, para analisarem a situação do país e do alto da sua  sabedoria, proporem soluções alternativas para que os portugueses possam salvaguardar-se deste assalto à mão armada aos seus bolsos - como lhe chamou Marques Mendes.
Reitero a posição do General Ramalho Eanes, pessoa que muito admiro. Apenas acrescento que as tendências sindicais e empresariais deveriam estar presentes. O governo tem de ouvir. O Governo tem de reconhecer que algo vai mal no reino. O governo não pode estar cego na sua ideologia politica que, como já tive oportunidade de dizer, está esgotada. 
                                                                                                    O mexilhão

Crise, mais crise e sempre a crise

... só ouço falar de crise. Nada se analisa sem que a crise esteja sempre presente.
Começo a interiorizar que isto está mesmo mau. Que se advinham tempos muito mais difíceis.
Já muito ouvi dizer que a crise abre portas de oportunidades. Passos Coelho também já disse que a crise deve ser encarada como uma  "janela de oportunidade".
Bom. A Europa em recessão, a China em processo de desaceleração de crescimento, uma crise mundial que se avizinha a passos largos,  problemas de exportação que se agravam, etc, etc.
A tudo isto ser verdade, como resolver o nosso problema ?
Uma sugestão: Acabar com esta politica neoliberal que o governo, numa cegueira ideológica insiste em levar por diante custe o que custar. A experiência  confirma ser um projecto esgotado. Só nos resta  virar-nos para o mercado interno.
Somos 10 milhões de consumidores.
Implementem-se instrumentos de politica tarifaria comercial: Penalizar as importações.Fomentar as exportações . Apoiar a produção nacional. .
Apoiar a produção nacional de bens transacionáveis, cria emprego, aumento o rendimento disponível, aumentam as receitas fiscais, cresce o PIB, em suma todos ficamos a ganhar.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Assisti ao debate das moções de censura ao governo apresentadas pelo PCP e BE. Triste espectáculo. Apenas assisti à crispação dos deputados, ao silencio ruidoso de outros e a momento insólitos de retórica ideológica. Assisti a um mero exercicio de utopia politica dos partidos PCP e BE.  Se alguém, no exterior nos ouve, que dirá desta palhaçada!!!
O debate nada trouxe de útil ao país.
Há uma coisa que fiquei a saber: o PS assumiu uma postura de "ni" ao abster-se na votação. Triste figura. Confirmou, no meu espírito, que não é alternativa de governo.
Também não me parece que o actual governo tenha mão no país. Está a perder a credibilidade. Afigura-se-me que a postura de defesa intransigente de disciplina ideológico está a dominar os verdadeiros interesses do país. Assistimos a uma campanha de promessas que na pratica estão longe de corresponder às expectativas criadas.
Começo a pensar que o tal "governo de salvação nacional" é a alternativa.
PS não é alternativa e o actual governo começa a deixar muita duvida.
Vamos acompanhar

Linhas de Orientação genéricas para minimizar a crise
Carta Aberta ao Sr. 1º Ministro

 

1.       Os sacrifícios de austeridade devem ser assumidos por todos -funcionários públicos, privados, gestores, políticos, reformados, etc. - sem exceções  - e proporcionalmente ao rendimento do trabalho de cada um.

a.       A única exceção é que devem ficar de fora todos os rendimentos inferiores a 1.000 euros

2.       Os cortes nas chamadas “gorduras do estado” devem ser assumidas como uma prioridade e generalizados, doa a quem doer. Sei que todos têm telhados de vidro. O governo não pode querer arranjar exceções para proteger, como está a fazer, os “boys” do PS, do PSD, do CDS e até dos chamados partidos de esquerda – Bloco e PCP.

3.       Criação de instrumentos tarifários de política comercial: Proteção das empresas nacionais, controlo da Balança Comercial, redução de desemprego, receita fiscais:

a.       Subsidio à exportação

b.      Imposto ou/e contingências às importações

c.       Apoio as empresas nacionais associadas ao comércio de bens transacionáveis.

4.       Os cortes nos apoios às fundações, com raras exceções, devem ser assumidos como uma prioridade.

5.       As empresas municipais devem ser integradas nas autarquias e assumidas pelo quadro de pessoal das autarquias. Na grande maioria tratam-se de empresas que foram criadas por interesses particulares desviando funções e pessoal das autarquias.

6.       Idêntico comportamento deve ser assumido para a proliferação de institutos que apenas servem para duplicar funções e, tal como as empresas municipais, gerar cargos para satisfazer interesses partidários.

7.       Aproveite esta “crise” para remodelar o  governo:

a.       Reformular o mega ministério da Economia

b.      Reformular o mega ministério da agricultura

c.       Substituir o ministro Miguel Relvas

8.       Não penalize mais os rendimentos do trabalho

Se assumir esta simples receita, estou certo que ganhará, de novo, a credibilidade  e confiança que o povo em si depositou.
E mais não digo.

20 Out 2012

 

 

sábado, 5 de maio de 2012

Grande alarido com a campanha do Pingo Doce - compras superiores a 100 Euro com 50% de desconto -  nada me escandaliza. Estamos em mercado aberto e perfeito e cada um faz o que bem lhe apetece para levar a bom porto as suas iniciativas de merckadising. Creio que se não fosse tratar-se de uma campanha no dia 1 de Maio, ninguém falaria nela.
Assisti ontem a um concerto de Eva Cortés, no anfiteatro da Fundação Eugenio de Almeida. Cantora nascida no Peru e que tem vivido em França e Espanha.
Gostei. Reproduziu o seu recente trabalho jazzistico "Black 2 the source" onde reune standart populares e classicos do america songbook. Assistencia muito familiar. Amigos cumprimentam amigos.  Entrei acompanhado, estive e sai solitario embora lá estivessem algumas pessoas conhecidas. Tenho dificuldade nesta postura de vida. Posturas para ver nas não ser visto. Porque ?
Assisti a uma entrevista, na tv1, da mãe do Miguel Portas. Entrevista antiga pois, nesta data, já o  Miguel tinha falecido. É espetacular a sua abertura para a vida nomeadamente no aspeto sexual. O sexo não tem idades. Trata-se de uma componente da nossa vida, sem tabus, e vivida a dois. É espetacular como uma pessoa com quase 70 anos entende que a sua vida sexual não chegou ao fim e como entende que ela deve ser vivida e partilhada a dois sem preconceitos nem tabus. Só se vive uma vez.